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Escrita ao Luar

Um blog de “escrita” sensitiva e intimista sobre (quase) tudo... e com destaque para: viagens, ambientes inspiradores e gastronomia.

Escrita ao Luar

Um blog de “escrita” sensitiva e intimista sobre (quase) tudo... e com destaque para: viagens, ambientes inspiradores e gastronomia.

À descoberta das cascatas (da serra de Monchique)

Animado e expectante, o grupo partiu.

Para lá dos montes nada importa, só o momento conta e apetece. A paisagem inebria e o ar purifica a alma.

Enquanto descem, os caminheiros vão preenchendo o tempo com falas simples e descontraídas. É bom estar ali no coração da serra: uma alquimia de cheiros, num quadro verdejante, onde a água é rainha.
O “marulho” da água nos riachos - e nas cascatas - que intersetam as vertentes da serra ajudam a relaxar. E assim, libertos de “achacas” e de pensamentos negativos, vamos alcançando um estado de absoluto bem-estar. Nem as subidas íngremes do percurso, nem o calor do meio-dia a lembrar uma primavera precoce, alteraram a boa disposição dos participantes. O estado de descontração mental compensou o esforço físico. Um dia pleno de aventura e de convívio que se recomenda.
O almoço chegou tardio - como era espectável - mas compensou o esforço. No restaurante “Teresinha” (em Foia) o menu não defraudou e o corpo agradeceu.
Em jeito de balanço final: a serra é mágica e a caminhada organizada pela empresa de turismo Zen TrekK merece nota máxima. Recomenda-se.

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