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Escrita ao Luar

Um blog de “escrita” sensitiva e intimista sobre (quase) tudo... e com destaque para: viagens, ambientes inspiradores e gastronomia.

Escrita ao Luar

Um blog de “escrita” sensitiva e intimista sobre (quase) tudo... e com destaque para: viagens, ambientes inspiradores e gastronomia.

A magia de Lisboa

O sol ilumina-me o espírito, clarifica-me as ideias. Sou, definitivamente, um "animal de luz"! Os dias solarengos despertam-me os sentidos e aguçam-me a imaginação. Logo, fico mais desperta, mais ativa e mais enérgica na primavera e no verão.
Ontem, aproveitando a energia extra, percorri uma zona de Lisboa que aprecio bastante: a Zona do  Chiado e Príncipe Real.
Saí na estação de metro do Chiado,  caminhei um pouco e... eis-me no Largo da Misericórdia. Aqui, a atenção vai para a igreja de S.Roque (que espreito apressadamente) e para a livraria Olisipo (ideal para quem aprecia gravuras e livros antigos). Continuo viagem.

Próxima paragem: miradouro de S. Pedro de Alcântara. Aprecio Alfama, o castelo de S. Jorge... Daqui a cidade impõe-se como um autêntico postal ilustrado. Com sol há uma luz diferente. Uma luz brilhante que torna Lisboa ainda mais bonita. Aos meus olhos. E aos olhos de quem a procura no seu roteiro pela Europa. E são cada vez mais os turistas que elegem a nossa capital como destino (dizem as notícias que Lisboa está no top das cidades europeias mais visitadas).
Continuo o meu périplo pela zona e chego ao Príncipe Real. Hora de almoçar. Entre as vários opções a disposição, a escolha recai sobre um pequeno restaurante no rua do Século. O restaurante "Alto do Século". Nada de restaurante da moda, daqueles que aparecem nas revistas e nos roteiros turísticos, mas ainda assim com um ementa variada a preços convidativos. Um "arroz de garoupa" (malandrinho como convêm) acabou por me convencer.
A tarde avança mas ainda há tempo para mais "visitas". Nova caminhada até ao largo de Camões e de seguida novamente o Chiado. Uma olhadela as montras mais apelativas e desço a rua Nova do Almada. Mais um pouco e entro naquela que considero uma das mais belas praças da Europa: a praça do Comércio. Linda. Aqui não ouço o som dos violinos (como ouvi na praca de S. Marcos) mas tenho o magnífico arco da rua Augusta. Imponente e majestoso. A seus pés o Tejo convida à contemplação no Cais das Colunas.
O fim da tarde aproxima-se! Aproveito uma das várias esplanadas das arcadas laterais da praça para bebericar uma água. Enquanto isso, rabisco algumas destas linhas e penso: Lisboa é mágica!

 

 

Largo da Misericórdia

 

 

Miradouro de S. Pedro de Alcântara

 

 

Rua no Príncipe Real

 

 

 Vista panorâmica do castelo de S. Jorge

 

Arco da rua Augusta