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Escrita ao Luar

Um blog de “escrita” sensitiva e intimista sobre (quase) tudo... e com destaque para: viagens, ambientes inspiradores e gastronomia.

Escrita ao Luar

Um blog de “escrita” sensitiva e intimista sobre (quase) tudo... e com destaque para: viagens, ambientes inspiradores e gastronomia.

A “mala delas”…

Quando alguém refere os termos: mala e/ou carteira (de senhora), a dúvida instala-se. Afinal diz-se carteira ou mala?

Segundo o Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/DLPO/mala [consultado em 18-09-2014], aqueles conceitos são sinónimos; podendo ler-se a seguinte definição para mala: “Bolsa de mão, geralmente usada por senhoras para transportar documentos e pequenos objetos de uso quotidiano = carteira”.

Aparentemente a confusão existe - meramente - por razões de forma e conteúdo. A maioria das pessoas diz mala. Distinguindo diferentes tipos de malas de acordo com o conteúdo e o uso dado aos mesmos: mala de senhora, mala de viagem, mala do carro… etc. Noutros casos, a designação deriva de motivos sociais (e culturais): as “elites” dizem carteira, o “povo” diz mala.

Definições e conotações à parte, seja “mala” ou “carteira”, sempre que nos referimos ao dito objeto - a “mala delas” (como lhe chamam os homens), as palavras são diferentes mas o significado e o conteúdo são os mesmos.

E no que ao conteúdo respeita: a confusão é ainda maior.

Sempre que o telemóvel toca e não está no sítio certo, o caos instala-se e a tormenta levanta-se. Procura aqui, ali, acolá. Entretanto já desligaram e a busca continua. Bolsas e mais bolsas saem do interior da “mala”… uma parafernália de uso pessoal - supostamente útil. Tudo serve para colocar dentro da dita: agenda, livros, bloco de notas, canetas, lápis, cremes, perfume, caixas de óculos, porta-chaves, fraldas, etc…

 Resultado: peso excessivo – prejudicial à postura corporal – e uma confusão desnecessária que dificulta o acesso a qualquer objeto no imediato. Então se o acesso for alheio, a coisa complica-se ainda mais e o outro confronta-se (sempre) com a questão: “Onde estará?” Se for homem fica com os “nervos em franja” e a cada investida - durante a procura - vai praguejando de irritação.

(Que fazer? Evitar malas demasiado grandes. Poupa-se a coluna e evitam-se constrangimentos desnecessários.)

 

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