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Escrita ao Luar

Um blog de “escrita” sensitiva e intimista sobre (quase) tudo... e com destaque para: viagens, ambientes inspiradores e gastronomia.

Escrita ao Luar

Um blog de “escrita” sensitiva e intimista sobre (quase) tudo... e com destaque para: viagens, ambientes inspiradores e gastronomia.

Ambientes inspiradores (6)

 Acordei (hoje) como uma “princesa”: num quarto magnífico, com vista para uma paisagem soberba e uma tranquilidade envolvente para além do habitual. Uma manhã digna de registo, como é digno de referência o Hotel Museu (em Mértola).

 

 

 Sempre imaginei começar o dia aqui (e assim): com sol, a neblina matinal sobre o rio e muita tranquilidade.

 Foi em modus relax total - e rodeada de beleza natural - que o meu dia se iniciou no hotel da vila museu. Um dia de outono (diferente): com muita luz e muito brilho. Um momento verdadeiramente inspirador, num ambiente muito clean - de decoração intemporal - onde o bom gosto e o conforto imperam.

 

 

 Disfrutar desta magnífica unidade hoteleira é (também) revisitar épocas remotas: uma forma de recuar ao tempo dos domínios árabe e romano.

 O hotel alberga um núcleo museológico: o denominado “Arrabalde Ribeirinho” - uma pequena aldeia islâmica cujo espólio, hoje patente ao público, foi descoberto durante a construção das fundações do edifício. O pequeno “recinto” – onde as ruínas se localizam – situa-se no andar inferior do hotel mas é visível a partir da receção.

 

 

 Para além disso, a envolvente natural – com o rio Guadiana a marcar presença forte - e o enquadramento (e aproveitamento) arquitetónico do espaço em questão geram uma ambiência única, merecedora de destaque.

 Aqui tenho tempo no Tempo! Da varanda (do quarto) vislumbro o rio - correndo de mansinho. Aqui e além um canoísta pintalga de cor o velho curso de água. Enquanto isso, as aves chilreando - nos arbustos ribeirinhos, embalam-me para universos de sonho... 

 Há uma tranquilidade especial neste hotel: somente os sons da natureza invadem o espaço, transportando descontração e bem-estar. Apetece permanecer aqui e “beber um café comigo mesma”.

 É assim, neste espírito Zen, que os dias começam (e acabam) no hotel que também é museu.

 

 

 

Nota: para além dos espaços físicos, o hotel disponibiliza (também) uma série de atividades náuticas e de contato com a natureza colocando à disposição dos clientes, canoas, caiaques, bicicletas e passeios no rio numa pequena embarcação. Para além disso, os amantes da natureza e do birdwatching encontram (sempre) nas redondezas diversos pontos de interesse.

 

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