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Escrita ao Luar

Um blog de “escrita” sensitiva e intimista sobre (quase) tudo... e com destaque para: viagens, ambientes inspiradores e gastronomia.

Escrita ao Luar

Um blog de “escrita” sensitiva e intimista sobre (quase) tudo... e com destaque para: viagens, ambientes inspiradores e gastronomia.

Coisas de inverno...

 

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 Quando o Homem descobriu o fogo já conhecia, muito provavelmente, o calor e a luz provenientes do mesmo. Quer através dos vulcões, quer através dos incêndios naturais - causados pelos relâmpagos, os nossos ancestrais rapidamente se aperceberam das vantagens do fogo.

 Milénios depois, uma boa fogueira continua a fazer as delícias de muita gente - sobretudo nestes dias mais frios.

 “O lume é uma companhia!” Desde sempre me lembro de ouvir esta máxima. No inverno - na casa da minha avó -, a lareira estava ateada todo o tempo. Ali se fazia o café, numa cafeteira de barro – a “chocolateira, como lhe chamavam os antigos. Sabia melhor – dizem, ainda, alguns. Também os cozidos (de grão e feijão) - os “jantares”, assim designados, eram confecionados numa panela de ferro (ou de barro), durante uma tarde inteira, para serem comidos geralmente à noite. A cozedura em lume brando apurava o sabor dos alimentos, tornando aqueles manjares ainda mais apetitosos.

 Ainda hoje alguém me dizia que o lume a crepitar na lareira dá vida à casa. Partilho desta opinião. O melhor aquecimento é o proveniente de uma boa lareira acesa. Para além de aquecer o ambiente, ainda pode servir para assar uma boa linguiça ou umas castanhas para acompanhar uma jeropiga.

Coisas de inverno - que eu aprecio.

 

 

 

 

 

 

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