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Escrita ao Luar

Um blog de “escrita” sensitiva e intimista sobre (quase) tudo... e com destaque para: viagens, ambientes inspiradores e gastronomia.

Escrita ao Luar

Um blog de “escrita” sensitiva e intimista sobre (quase) tudo... e com destaque para: viagens, ambientes inspiradores e gastronomia.

Custa muito dizer: bom dia?

 Atendendo ao que constato, com frequência, no dia-a-dia, a resposta é sim. Custa. Para algumas pessoas, claro.

 Quantas vezes nos cruzamos com alguém num elevador, num WC público ou, até, no nosso local de trabalho e o nosso bom dia não obtém resposta do outro lado? A sensação de estar a fazer figura de parva(o) é tamanha que acabo constrangida e sem saber o que fazer perante a “mudez” alheia.

 Contudo, apraz-me dizer que sou de uma geração em que o cumprimento social era sinónimo de educação, pelo que não consigo conviver, de forma cordial, com pessoas destituídas das regras básicas do convívio social. Aliás, confesso, até, que me alteram, por completo, o sistema nervoso, a ponto de me apetecer ser sarcástica e dizer: não se iniba de dizer bom dia (ou boa noite), faz favor, obrigado(a) que não paga imposto por isso.

 Infelizmente, estas situações são cada vez mais frequentes, e usuais nos mais diversos meios. Se em ambiente mais privado, diga-se, a situação é desagradável, a mesma agrava-se quando acontece em locais ditos de atendimento público. Nesse caso apetece dar meia volta e sair.

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