Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Escrita ao Luar

Um blog de “escrita” sensitiva e intimista sobre (quase) tudo... e com destaque para: viagens, ambientes inspiradores e gastronomia.

Escrita ao Luar

Um blog de “escrita” sensitiva e intimista sobre (quase) tudo... e com destaque para: viagens, ambientes inspiradores e gastronomia.

(No mundo dos) Blogs…

Atualmente a palavra blog anda na boca de muita gente. Mesmo daqueles que, embora avessos às novas tecnologias e afins, precisam de alimentar o ego, a curiosidade e, até, alguma necessidade específica. Quando o termo Blogosfera surgiu - pela primeira vez -, a estranheza e o mistério subjacentes instalaram-se. Todos desejavam perceber o verdadeiro significado daquele neologismo e alguns aventuraram-se criando espaços virtuais de partilha: os blogs.

Com o tempo, a evolução dessa comunidade virtual conduziu à banalização do conceito. Hoje, já todos ouviram falar de blogs. Há-os para todos os gostos e necessidades. Mais ou menos privados, para venda de produtos e serviços, ou simplesmente para partilhar emoções e sentimentos. Há quem aproveite essa espécie de “diários online” para opinar sobre os mais variados assuntos e, assim, proceder à catarse dos seus problemas pessoais (e não só). Os blogs são: autênticos pontos de encontro de mentes ávidas de ser lidas; uma porta aberta ao diálogo e aos comentários alheios; uma forma de estar conectado ao Mundo - cada vez mais virtual e “solitário”.

Apesar do conhecimento acerca do assunto, ainda há quem se refira aos blogs como locais de “conversas da treta” e aos bloggers como “pessoas sem nada para fazer”. Preconceitos. Sem dúvida.

Considero estes espaços virtuais, verdadeiros instrumentos de partilha de conhecimento. Um conhecimento empírico - na maior parte das vezes - é certo, mas ainda assim útil o suficiente para ser considerado.

A diversidade de informação disponível nestes espaços virtuais é verdadeiramente impressionante. Às vezes alucinante mesmo. Cabe a cada um de nós selecionar essa informação, de acordo com os nossos interesses. É isso que procuro: seguindo “uns” e não “outros”.

 

 

Nota: no meu caso, escrevinhar dá-me imenso prazer. Aliás, sempre deu. Deambular pelas palavras é fascinante. É (sobretudo) durante as férias (e à noite) que esse ritual acontece com mais frequência, dando origem à “escrita” sensitiva e intimista que partilho aqui.