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Escrita ao Luar

Um blog de “escrita” sensitiva e intimista sobre (quase) tudo... e com destaque para: viagens, ambientes inspiradores e gastronomia.

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O Alentejo “está na moda”

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 Li, ontem, num jornal regional, que o The New York Times sugere para visitar, entre mais de cinquenta destinos mundiais, o Alentejo. Para além do prestigiado jornal, outras publicações colocam o Alentejo no top dos destinos a visitar em 2015.

 Seja pelas referências gastronómicas e vinícolas, seja pelas riquezas naturais e paisagísticas, o Alentejo tem vindo, gradualmente, a ser (re)conhecido.

 Quem visita a região de Bordéus, por exemplo, reconhece a grandeza do enoturismo numa das mais destacadas regiões vinícolas mundiais. O património cultural e histórico associado à produção de vinhos projetou a França como destino de eleição a esse nível. Em Portugal, o turismo associado à produção de vinho tem no Alentejo uma referência relativamente recente, mas já em franco desenvolvimento. Além desta vertente, outras (não menos importantes) têm contribuído para a crescente procura do Alentejo como destino turístico.

 Vejamos alguns casos: Évora, cidade património mundial, com um espólio arquitetónico destacável e um espólio etnográfico de excelência, com unidades de alojamento de elevado nível como é o caso do Ecorkhotel (eleito pela revista digital designboom como um dos hotéis e resorts mais surpreendentes; Beja, um concelho em franco desenvolvimento no que ao enoturismo diz respeito, com unidades de alojamento de elevado nível como a Mallhadinha Nova e outros concelhos em ascensão relativamente a esta vertente económica.

 Entre os vários concelhos alentejanos destaco o concelho de Mértola. Inserida numa região de características naturais únicas e de elevado valor patrimonial – em pleno Parque Natural do Vale do Guadiana -, Mértola - a vila museu - é já merecedora de destaque no que ao alojamento turístico se refere: do Hotel Museu à Quinta do Vau, da Casa da Tia Amália ao Monte do Alhinho, são várias as unidades hoteleiras de qualidade à disposição dos visitantes. Por outro lado, a componente natural e paisagística envolvente permite o desenvolvimento de inúmeras atividades capazes de dar resposta ao visitante mais exigente: caça, desportos náuticos, caminhadas, cycling, birdwatching, … etc. E, naturalmente, o próprio Museu de Mértola, cujos núcleos reúnem um conjunto significativo de elementos de grande significado histórico e cultural.

Motivos, mais que suficientes, para visitar o Alentejo.

Alguém duvida?

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