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Escrita ao Luar

Um blog de “escrita” sensitiva e intimista sobre (quase) tudo... e com destaque para: viagens, ambientes inspiradores e gastronomia.

Escrita ao Luar

Um blog de “escrita” sensitiva e intimista sobre (quase) tudo... e com destaque para: viagens, ambientes inspiradores e gastronomia.

O "poder" e a "magia" das palavras

 Hoje, apeteceu-me escrever sobre a “magia” das palavras e o seu “poder” infinito na linguagem, mas dei conta que um simples exercício de escrita me conduzia a uma situação quase plagiante: desde um blogue, com nome semelhante, ao título de livros e/ou outros documentos alusivos ao tema, a dificuldade em evitar “temas comuns”, ou já excessivamente abordados, deixou-me perplexa. Resultado: optei por escrever sobre o efeito das palavras na minha pessoa, isto é, sobre aquilo que deveras sinto, despida de pré-conceitos (e, porque não, preconceitos).

 E pergunto: quem nunca se sentiu fascinado a ler um livro, a ouvir uma canção, a escutar alguém ou, simplesmente, a ler uma frase ou pensamento, por mais simples que fosse?

 As palavras são (quase) sempre mágicas! O seu poder determinante constitui a alavanca para a Vida, sobretudo, quando o desalento se apodera da mente e a força anímica se esvai. Às vezes, uma palavra certeira no caos da emoção pode fazer a diferença entre: estar (ficar) bem ou não.

 Palavras ditas, escritas, pensadas, sentidas, ocultas… são as palavras que nos norteiam e condicionam os atos. Palavras que animam (ou não); palavras que fazem sonhar; palavras que mentem; palavras vãs ou, simplesmente, inúteis.

 Seja como for, é a força das palavras que nos move e guia na direção das nossas convicções. Por isso digo: o “poder” das palavras é, absolutamente, mágico.

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