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Escrita ao Luar

Um blog de “escrita” sensitiva e intimista sobre (quase) tudo... e com destaque para: viagens, ambientes inspiradores e gastronomia.

Escrita ao Luar

Um blog de “escrita” sensitiva e intimista sobre (quase) tudo... e com destaque para: viagens, ambientes inspiradores e gastronomia.

A pastelaria francesa

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Saio de casa, rumo ao bulício da cidade. O Amoreiras Plaza espera-me. Ali, onde Lisboa mora, há um espaço renovado: o Kaiser (E. Kaiser, o artisan Boulanger), uma pastelaria francesa. Um espaço mais amplo, com mais pessoas, mais agitação, mas o ambiente acolhedor de sempre. Um sítio bonito para "beber um café comigo mesma" ou para trabalhar. Gosto de estar na esplanada! Sinto-me acompanhada, mesmo estando sozinha. Os clientes (habituais) continuam fiéis. Vejo as mesmas caras, os mesmos "quadros emocionais": o "professor de Francês", "o menino e a explicadora", os "meninos do liceu francês", os "executivos apressados", o "leitor do jornal"... De todos, "o menino e a explicadora" é aquele cuja presença me causa uma ternura imensa. Um quadro vivo, cujas "nuances" me reportam para laços familiares muitos especiais. Gosto do que vejo, e fico feliz quando constato que ensinar (ainda) é uma forma de dar e receber afetos. No ambiente do Kaiser Amoreiras sinto a Lisboa dos nossos dias: cosmopolita, agitada, impessoal, moderna e irreverente.

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Mértola está (mesmo) "na moda"

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 No beco virado ao rio, um grupo de turistas aprecia a paisagem. Enquanto se deslumbram, vão tecendo comentários; entre uma palavra e outra (que escuto sem querer) consigo perceber que uma visita ao castelo faz parte do périplo. Como este grupo, dezenas de outros visitantes optaram por Mértola, como destino de fim-de-semana ou, simplesmente, como local de passagem a caminho do Algarve.

 O calor que se fez sentir nos últimos dias não impediu que calcorreassem as ruelas do centro histórico, para conhecer um pouco mais da vila museu. E com isso, Mértola ganhou vida. É certo que grande parte dos visitantes esteve apenas de passagem; outros, porém, permaneceram por mais tempo (uma ou duas noites - de acordo com a disponibilidade financeira) aproveitando para descansar nas excelentes unidades hoteleiras à disposição - disfrutando do conforto e qualidade das mesmas, numa envolvência natural única.

 Não há dúvida: o turismo em Portugal está em fase ascendente. Mértola é um exemplo disso. Começa a ser comum: ouvir falar línguas estrangeiras nos diversos espaços públicos e ver um fotógrafo em cada esquina.

Definitivamente: “Mértola está na moda!”

 

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Festival Islâmico – “as mil e uma noites de Mértola”

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(Ainda me lembro da primeira edição do “Festival Islâmico” de Mértola! Decorria o mês de maio, do ano 2001).

 Os dias quentes (quase tórridos, já) desnudam os corpos da roupagem de inverno e convidam a sair de casa. Nas ruas, estreitas, da “vila velha”, os panos dos toldos (e tendas) dos marroquinos pintalgam de cor as ruelas alvas. No ar, o cheiro agridoce aguça o apetite! Na banca dos frutos secos e das especiarias, os aromas entrelaçam-se numa alquimia exótica que desperta os sentidos. Apetece provar (e comprar) tudo, ou não fosse o percurso pelas bancas do souk, para além de outras, uma das formas de vivenciar o verdadeiro espírito do festival.

 O som da chamada para a oração, traz de volta viagens do passado e aproxima os crentes (e não só) da “mesquita improvisada”.

 Há alegria e agitação constantes. Centenas de pessoas calcorreiam a “medina” num sobe e desce contínuo; enquanto isso, vão trocando sorrisos fáceis e breves, procurando aproximar-se. É esta comunhão, que suscita nas gentes um estado de alma diferente, que acontece durante os dias em que decorre o festival.

 No palco improvisado da praça mais antiga da vila, um grupo musical faz as delícias de quem passa: a música, com ritmo, atravessa gerações. Ninguém fica indiferente aos ritmos “afro-latinos” que entoam na velha praça do município. No muro contíguo, o público amontoa-se para ver de perto os músicos alternativos. Mais a frente, num dos “bares temporários” que pululam pela vila, bebem-se cocktails (re)inventados… A lua, lá no alto, agita os corações mais românticos. Há romance no ar!

 Noutro beco mais adiante, um grupo de bailarinas dança ao ritmo da música; enquanto isso, o tilintar dos adornos dos véus, esvoaçantes, acompanha o movimento ondulatório dos corpos, bem ao jeito da “dança do ventre”. Um quadro mágico, num ambiente das “mil e uma noites”.

 Uma vila que não dorme, mas sonha, nos dias do festival que já se tornou evento nacional.

 Atreva-se a sonhar nos próximos dias: 21, 22, 23 e 24 de maio de 2015.

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Ambientes inspiradores (8)

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 O dia amanheceu cinzento e a tarde afigurava-se pouco propícia a saídas e passeios. No entanto, a chegada (e a receção) à Quinta do Vau haveria de tornar-se num momento único e prazenteiro. Tanto quanto o necessário para que as nuvens cinzentas se dissipassem e a paisagem ganhasse uma luz e um brilho especiais…

 O acolhimento proporcionado pela D. Zezinha (a proprietária do espaço) não podia ser melhor. Entre uma chávena de café e uma fotografia ou outra, a conversa foi fluindo num tom ameno e familiar. A calma e a tranquilidade emolduraram aquele momento.

 A quinta proporciona uma vista deslumbrante sobre Mértola; um espaço onde o tempo nos dá tempo e a paz nos abriga a alma… Um ambiente (verdadeiramente inspirador) que apela à memória dos tempos e reaviva a história da vila museu.

 Escolhi o quarto nº 5. Por nenhuma razão em especial. Talvez paixão à primeira vista. O branco imaculado da decoração salpicado de pequenos apontamentos em castanho e nude tornam o ambiente acolhedor e muito confortável. Apetece estar ali a contemplar a paisagem. Perder-me nos pensamentos e descontrair… E foi isso que aconteceu.

 Na Quinta do Vau tudo foi pensado para ajudar a relaxar: a simpatia no atendimento, a decoração, o perfume no ar e o silêncio absoluto em particular. Uma alquimia de coisas boas que proporcionam bem-estar e a tornam num lugar mágico.

 Recomenda-se (vivamente) ficar alojado nesta casa de campo. Por tudo isto e muito mais. Nem que seja por uma noite, vale a pena sentir o silêncio e a paz acolhedora deste lugar magnificamente localizado.

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Nota: agradeço aos proprietários da Quinta do Vau a estadia que me proporcionaram, bem como a simpatia e amabilidade no acolhimento. Parabéns pelo investimento em prol do turismo de Mértola. Bem hajam e felicidades.

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A "hora do chá"

 Com a chegada da estação fria, o chá passa a ser uma constante na minha vida. Bebericar um chá - acompanhado de uma fatia de bolo caseiro: pão-de-ló ou bolo de maça - num ambiente bonito e acolhedor é um ritual que prezo e que aprecio bastante – sobretudo – no outono e inverno. Manias. Dirão alguns.

 Talvez por isso, os salões e casas de chá tenham (para mim) a importância que têm e “colecionar” bules seja uma paixão.

 Apesar do hábito de beber chá – como o famoso “chá das cinco” – ter sido introduzido em Inglaterra pelas mãos de uma portuguesa (Catarina de Bragança, filha de D. João IV que casou com Carlos II de Inglaterra no séc. XVII), em Portugal a cultura do chá não está fortemente enraizada como naquele país (ou outro). No entanto, com as naturais alterações dos hábitos sociais, os apreciadores de chá aumentaram e, logicamente, aumentou o número de “casas de chá” (e outros espaços afins).

 Foi em França - nomeadamente em Estrasburgo e Paris - que encontrei dos mais aconchegantes e requintados salões de chá. Locais onde apetece estar e ficar por tempo indeterminado… sem pressas e com tempo para saborear o passar das horas em silêncio (ou não). Tempo para apreciar detalhes, pensar em Tudo e em Nada.

Sugestão: aqui bem perto (no Terreiro dos Valentes, em Beja) a empresa Maltesinhas – um misto de cafetaria e salão de chá - representa a dita “cultura”, como nenhum outro espaço similar, desde há dezanove anos. Dos chás caseiros aos bolinhos conventuais, passando pelos famosos pastéis de nata, tudo ali é confecionado a “quatro mãos” (como refere o Sr. Mário, co-proprietário). Simples no que à decoração diz respeito, mas confortável o suficiente, é, todavia, um dos melhores espaços da cidade para manter o hábito.

 

 

 

 

 

Ambientes inspiradores (6)

 Acordei (hoje) como uma “princesa”: num quarto magnífico, com vista para uma paisagem soberba e uma tranquilidade envolvente para além do habitual. Uma manhã digna de registo, como é digno de referência o Hotel Museu (em Mértola).

 

 

 Sempre imaginei começar o dia aqui (e assim): com sol, a neblina matinal sobre o rio e muita tranquilidade.

 Foi em modus relax total - e rodeada de beleza natural - que o meu dia se iniciou no hotel da vila museu. Um dia de outono (diferente): com muita luz e muito brilho. Um momento verdadeiramente inspirador, num ambiente muito clean - de decoração intemporal - onde o bom gosto e o conforto imperam.

 

 

 Disfrutar desta magnífica unidade hoteleira é (também) revisitar épocas remotas: uma forma de recuar ao tempo dos domínios árabe e romano.

 O hotel alberga um núcleo museológico: o denominado “Arrabalde Ribeirinho” - uma pequena aldeia islâmica cujo espólio, hoje patente ao público, foi descoberto durante a construção das fundações do edifício. O pequeno “recinto” – onde as ruínas se localizam – situa-se no andar inferior do hotel mas é visível a partir da receção.

 

 

 Para além disso, a envolvente natural – com o rio Guadiana a marcar presença forte - e o enquadramento (e aproveitamento) arquitetónico do espaço em questão geram uma ambiência única, merecedora de destaque.

 Aqui tenho tempo no Tempo! Da varanda (do quarto) vislumbro o rio - correndo de mansinho. Aqui e além um canoísta pintalga de cor o velho curso de água. Enquanto isso, as aves chilreando - nos arbustos ribeirinhos, embalam-me para universos de sonho... 

 Há uma tranquilidade especial neste hotel: somente os sons da natureza invadem o espaço, transportando descontração e bem-estar. Apetece permanecer aqui e “beber um café comigo mesma”.

 É assim, neste espírito Zen, que os dias começam (e acabam) no hotel que também é museu.

 

 

 

Nota: para além dos espaços físicos, o hotel disponibiliza (também) uma série de atividades náuticas e de contato com a natureza colocando à disposição dos clientes, canoas, caiaques, bicicletas e passeios no rio numa pequena embarcação. Para além disso, os amantes da natureza e do birdwatching encontram (sempre) nas redondezas diversos pontos de interesse.

 

Ambientes inspiradores (5)

Da rua vislumbro o painel das flores de rosmaninho e as garrafas (de licores) estrategicamente expostas. Que apelativo! Pensei.

 

  

Aquela vista arrebatou-me os sentidos e impeliu-me a escrevinhar… Mértola é isto (também): local de espaços inspiradores (requalificados), como a “loja da terra” - mais conhecida por "loja da D. Silvana".

Ali no centro do burgo - em pleno Largo Vasco da Gama -, às portas da muralha, encontro a pequena loja gourmet. Pequena no espaço, grande no conteúdo. Do pão aos queijos, dos chás ao mel, dos vinhos aos enchidos, todos os produtos locais (e alguns regionais) têm ali o seu “cantinho”.

 

 

 

 

Meticulosamente arrumados pelas mãos dos proprietários (a D. Silvana e o Sr. Eduardo) os produtos selecionados saltam à vista dos visitantes e de todos aqueles que, diariamente, lá procuram o pão do Beto - acabadinho de sair do forno...

 

 

Nota: a todos os visitantes (e não só) recomendo a passagem. Um local onde apetece provar (e comprar) de tudo!

Ambientes inspiradores (4)

Em Pedralva, uma aldeia tradicional do concelho de Vila do Bispo, vivenciei, hoje, o verdadeiro conceito de turismo de aldeia. Perdida algures no meio da serra algarvia, quase totalmente recuperada, a aldeia dispõe de 24 casas típicas, uma área comunitária, uma piscina e dois restaurantes. Um espaço aberto à natureza envolvente. Um lugar mágico onde se sente o verdadeiro espírito aldeão. Um lugar despojado da vida mundana mas, simultaneamente, muito próximo da modernidade no que ao conforto e serviços disponíveis diz respeito. Uma dualidade única. Diferente. Um espaço ideal para estar em família, para namorar ou, simplesmente, para ir jantar (ou almoçar) num ambiente rural atualizado.

 

 

Poucos quilómetros abaixo da Carrapateira, num entroncamento da estrada N268, visualizo a placa que indica a direção de Pedralva. Um quilómetro depois, entro na aldeia. Sinto-me expectante e curiosa. Desde logo, os arranjos exteriores revelam bom gosto e criatividade. As casas quase todas recuperadas apresentam uma decoração simples mas bem conseguida,onde imperam os objetos antigos restaurados. Um conceito inovador (diria).Tudo perfeitamente limpo e arrumado. Apeteceu-me ficar e disfrutar daquele espaço. Um lugar onde a ruralidade e a inovação se conjugam, proporcionando um ambiente descontraído e muito relaxante.

 

 

 

Prometo voltar em breve para passar um fim-de-semana. Hoje, a visita tinha outra finalidade: jantar. Fazia tempo que desejava comer no restaurante “Sítio da Pedralva”. Muito por influência dos media, diga-se, a bem da verdade. Decidi, finalmente, conhecer o tão falado “sítio”.

 

 

 

 

Da ementa, variada, a escolha torna-se difícil. Apetece provar de tudo. Para entrada opto por uns “croquetes de alheira com molho de pera bêbeda”. Uma fusão de sabores deliciosa!

 

 

Pouco depois, um “bacalhau no pão à Pedralva” acabaria por fazer jus à publicidade. Uma “cozinha criativa” e “evolutiva” diria. Ou não fosse este prato o resultado de um aperfeiçoamento (de anos) de uma ideia baseada em duas ou três receitas típicas de bacalhau. Muito bom.

Para terminar, uma “mousse de chocolate” igualmente deliciosa.

 

 

No final a certeza de que no “Sítio da Pedralva” se come divinalmente. Repito, divinalmente.

Depois desta magnífica refeição, um momento de descontração no bar da aldeia, contíguo ao restaurante e à receção, um espaço decorado a gosto, onde coexistem os mais variados objetos antigos.

 

 

Para terminar, uma referência ao atendimento personalizado, onde a simpatia e a atenção para com o cliente imperam.

Um lugar onde "há muito tempo...". Para repetir (logo que possível).

 

 

 

Nota: recomendo passar pelo menos uma noite em Pedralva. À noite, ao luar, a aldeia é mágica.

(No) Pulo do Lobo

Quantas de nós já pensaram: quero ser princesa! Muitas (suponho). Mas nenhuma, certamente, gostaria de ter sido a princesa da lenda do Pulo do Lobo. No final (infeliz) a jovem princesa desaparece para sempre com o seu amado nas águas revoltas da cascata fluvial. A lenda associada ao Pulo do Lobo tem várias versões mas esta é a mais frequente e aquela que mais me fascina.

Aquele que já foi cenário de contos e narrativas, palco de celebridades e de lendas de encantar é um dos lugares mais emblemáticos do Parque Natural do Vale do Guadiana. Naquele sítio o leito de estiagem do rio é estreito, reduzido e confinado a uma cascata de mais de 20 metros de altura.

 

 Acesso à "cascata fluvial"

 

Em termos geológicos o local faz parte da chamada Formação do Pulo do Lobo uma das mais antigas formações geológicas da Zona Sul Portuguesa, dominada por filitos e quartzitos (as rochas predominantes). Logo depois da “cascata fluvial” o rio forma um pego largo e “quase circular” e um segundo vale, mais estreito e mais profundo, conhecido por “Corredoura”.

As margens, altas e pedregosas, tornaram em tempos o local menos acessível. Hoje, a acessibilidade pela margem direita é simples e fácil. Quem pretende ir até junto da cascata deverá fazê-lo por esta via, passando pelas aldeias de Corte Gafo e Amendoeira da Serra.

 

 A "cascata fluvial"

  

O Pulo do Lobo é um daqueles locais onde a natureza nos surpreende. Para uma amante da Geologia (como eu) estar a ali a ler o livro da história da Terra é sempre um acontecimento marcante. Momentos que nos conduzem à origem e evolução do nosso planeta.

Para além da contemplação da paisagem gosto de ouvir o marulhar da água, ler os segredos do tempo marcados nas rochas. Há muito para aprender ali. Conhecer e compreender para além da simples observação.

 

 

 Pego largo e “quase circular” (a seguir à queda de água)

A "Corredoura"

 

 

Vale a pena visitar (em família, com amigos, com alunos, sozinho…).

Ambientes inspiradores (3)

Há dias senti saudades de voltar ao Porto. Gosto da cidade Invicta! De passear na ribeira e nas ruas mais antigas da baixa. Ruas de casario antigo. Onde (nalguns casos) a tradição ainda é o que era. Há muito para ver e disfrutar na capital do norte. Mas há duas coisas que não dispenso num périplo pelo Porto: passear na rua de Santa Catarina e beber café no Majestic (um dos mais belos exemplares de Arte Nova portuense).

 

 

Lugares emblemáticos carregados de simbolismo. Ambientes que inspiram. Gosto de me sentar na esplanada do Majestic e observar o vaivém das pessoas na rua. Ouvir os sotaques (diversos) nas mesas vizinhas. Há um ambiente cosmopolita naquele espaço emblemático. Requinte e tradição coexistem ali. Sabe bem voltar lá. Sempre. Para degustar um magnífico café enquanto leio, penso, ou simplesmente medito…

 

Café Majestic
Detalhes do Majestic (1)
Detalhes do Majestic (2)

 

 

 Nota: para quem não conhece, o café Majestic é um local de visita obrigatória na cidade do Porto.