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Escrita ao Luar

Um blog de “escrita” sensitiva e intimista sobre (quase) tudo... e com destaque para: viagens, ambientes inspiradores e gastronomia.

Escrita ao Luar

Um blog de “escrita” sensitiva e intimista sobre (quase) tudo... e com destaque para: viagens, ambientes inspiradores e gastronomia.

Na "rota dos sabores" 17

 

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 Comer na costa vicentina começa a ser viciante. O vasto leque de restaurantes de ótima qualidade é uma tentação para os apreciadores da boa comida. As hipóteses de cometer o pecado da gula são imensas. Dirijo-me, essencialmente, a todos aqueles que, como eu, se deliciam com um bom peixe grelhado e marisco fresco. Para não me repetir e mencionar as famosas cataplanas de peixe e marisco que por estas bandas são verdadeiros manjares dos deuses.

 Em Aljezur - um lugar onde o campo e a praia se cruzam, num ambiente tranquilo e descontraído - há referências gastronómicas dignas de registo. Sobre algumas já falei em tempos: o Gulli (na EN 120 – Sítio da Fonte de Sta. Susana, Aljezur) e O Paulo (na praia da Arrifana). Este ano, para além dos já mencionados, experimentei o Pont´A Pé (junto ao mercado de Aljezur). Um restaurante de referência, com um menu variado, e que cativa pelo ambiente descontraído, familiar e simpático.

 Uma opção que culminou num excelente jantar - que recomendo:

 De entrada, um “lingueirão á bolhão pato” que aguçou o apetite para o prato principal: “salmonetes grelhados” acompanhados de legumes e batata-doce cozidos. Para finalizar, um misto de sobremesas da casa: pudim de batata-doce, torta de batata-doce e delícia algarvia; uma bomba calórica irresistível.

 Por fim, uma cortesia da casa: um licor caseiro - que acompanhou o café.

 Depois de uma refeição abastada, um passeio pelo centro histórico para apreciar a paisagem noturna - a partir do castelo - e ajudar à digestão.

 

Nota: a frescura e o tempero dos alimentos deixaram-me com vontade de repetir. Recomenda-se.

 

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Cataplanas (da costa vicentina)

 Há uma tendência – cada vez maior – para inovar na cozinha, alterando os pratos ditos tradicionais e associando/ conjugando novos produtos e sabores.

 Tal como outro tipo de “modas”, também na confeção dos alimentos o sucesso se faz (ultimamente) à custa de uma cada vez maior criatividade do chef de serviço.

 Comi (há poucos dias) uma “cataplana de polvo com batata-doce, camarão e amêijoas” - no restaurante Sítio do Forno, Carrapateira - que merece destaque. A conjugação dos sabores resulta na perfeição. Apesar do sucesso (segundo o proprietário do restaurante), há pessoas que franzem o nariz quando se fala em “batata-doce e peixe”.

 Outra maravilha gastronómica merecedora de registo: "catapalna de peixe da costa" do restaurante O Paulo, na Arrifana. O tempero na conta certa, mantendo inalterados o sabor do peixe e do marisco super frescos.

 Com ou sem a dita raiz, as cataplanas da costa vicentina são verdadeiros manjares dos deuses. Peixe e marisco frescos da costa (rochosa) conferem-lhes um sabor intenso e único.

 Aprovadas (e a provar): “cataplana de polvo com batata-doce” do restaurante Sítio do Forno (Praia do Amado, Carrapateira) e “Cataplana de peixe da costa” do restaurante O Paulo (Arrifana, Aljezur).

 Ambas excelentes! Para além da vista panorâmica, sobre o mar, que ambos os restaurantes proporcionam.

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Na "rota dos sabores" 16

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 À hora marcada, a chegada: restaurante “Casa Amarela”, em Além Rio. Como é hábito (quase) diário - para aquela margem - o percurso fez-se a pé. Uma oportunidade única de (re)ver a belíssima paisagem da vila museu, que, majestosa e imponente, se afirma na margem direita do rio Guadiana. Uma imagem marcante pela rara beleza, um quadro digno de apreço. Como merecedora de apreço é a decoração da “Casa Amarela”: muito clean e muito cosy. Um ambiente que nos transporta para outras paragens - longínquas, até. Tudo pensado (e planeado) na perspetiva do conforto e bem-estar do cliente.

 A mesa reservada no terraço - sobranceiro ao rio e emoldurado pela vila museu – reporta o espaço para um quadro impressionista. E enquanto aguardo a chegada da bebida - um rosé bem gelado, da produção local - vou saboreando a magia e o encanto do momento.

 A degustação de um buffet[1] de cariz mediterrânico com salpicos de cozinha de fusão deixou-me totalmente rendida. A entrada, uma sopa fria – gaspacho – seguida de um misto de saladas e “frango de escabeche” foi o mote para uma refeição muito especial, rica de sabores, mas sem nunca perder o cunho da tradicional cozinha alentejana. Seguiu-se um “bacalhau com espinafres à casa” que acompanhei com “salada de alface, maçã e nozes”. Por fim, e porque sou alentejana e adoro: “borrego assado no forno com alecrim” acompanhado de “arroz de cogumelos” e “batatas assadas com ervas aromáticas”. Delícias gastronómicas, confecionadas pela D. Odete - a cozinheira de serviço, sob a supervisão de Marta Luz, a proprietária – e que aconselho vivamente a provar.

 A sobremesa: “bolo de chocolate acompanhado de gelado de baunilha e coulis de frutos vermelhos” - uma ode ao paladar – finalizou um magnífico jantar no restaurante cuja vista panorâmica sobre a “vila velha” deslumbra e inebria os sentidos – mesmo aos menos românticos.

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Nota: pontuação máxima para a simpatia e profissionalismo no atendimento e uma excelente relação qualidade/preço.

 

[1] O restaurante também tem disponível um menu “à la Carte”.

Saladas do "Sem Espinhas"

 Começou o verão!

 Os dias de praia e das longas permanências na esplanada são agora mais frequentes; as refeições, mais leves e menos calóricas, fazem jus às saladas, às sopas frias e ao peixe, muito peixe – tudo em perfeita harmonia com a fruta da época, agora mais diversificada.

 Falar de refeições (fora de casa), numa praia magnífica, obriga-me a falar do Sem Espinhas restaurante ou do Sem Espinhas Natura, ambos na Praia do Cabeço (freguesia de Castro Marim).

 Em ambos os espaços, a seleção e a conjugação dos ingredientes - das iguarias ali servidas - refletem a arte de bem servir (e cozinhar) da marca Sem Espinhas.

 Vale a pena uma refeição (mais leve ou mais calórica) num espaço tranquilo - com o mar no horizonte, onde a cozinha mediterrânica e de fusão fazem parte das delícias gastronómicas da marca.

 

Nota: pessoalmente, adoro as saladas do "Sem espinhas"! Sempre super coloridas e saborosas,a dificuldade reside na escolha. Para os mais gulosos, fica a sugestão - em imagens.

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Na "rota dos sabores" 14

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 Mais uma incursão gastronómica de domingo. Hoje no “Luar da Foia”, um restaurante nas encostas da serra de Monchique (a caminho do Alto da Foia).

 Dizem que o ar da serra abre o apetite! Completamente de acordo. Depois de um passeio até à Foia (e uma incursão pelas lojas de artesanato e produtos regionais na vila de Monchique) o apetite para almoço era significativo.

 Decido almoçar junto à vila, no “Luar da Foia”. O espaço, com uma varanda panorâmica, agradou desde logo. A paisagem a perder de vista e as opções do cardápio (apelativo) convencem à partida.

 Do extenso menu, a entrada de “cogumelos salteados em mel e vinho do Porto” saltou à vista. Ótimos. Um misto de sabores que conjuga na perfeição. O prato principal: “couve à Monchique”. Fiquei rendida ao sabor excelente de um dos pratos tradicionais da região. Escusado será dizer que fiquei satisfeita com as escolhas - mas um pouco “empanturrada”, claro. Nada grave, tendo em atenção a vigorosa caminhada agendada para o final da tarde...

 Seja como for, este sítio e este almoço convenceram “todos os sentidos”… daí a sua inclusão nesta rota dos sabores.

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Na "rota dos sabores" 13

 

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 Abrir a janela pela manhã e ver o sol, inspira-me! Os dias solarengos de inverno empurram-me para fora de casa. Nestes dias - sobretudo ao domingo - aproveito para disfrutar dos lugares e sítios mais recônditos do meu concelho.

 É (quase sempre) no campo que disfruto, em pleno, dos prazeres simples da vida. Procuro lugares mágicos, onde a relação entre o Homem e a Natureza se intensifica e harmoniza numa simbiose total. Aí me liberto do stresse da vida e tranquilizo a mente.

 Foi esse registo que me conduziu para um almoço à beira rio - no silêncio do vale do Guadiana - no restaurante O Pescador do Guadiana (na Penha da Águia) - um estabelecimento familiar, cuja simpatia no atendimento nos faz sentir em casa.

 Com uma vista panorâmica magnífica, a partir da varanda sobranceira ao rio, o restaurante tem à disposição diversos pratos à base de peixe: “ensopado de enguias”, “barbo no forno”, “caldeirada de peixe do rio” e a famosa “lampreia do Guadiana”. Os apreciadores de carne podem optar por “cabrito assado” e/ou “estufado de javali”. Em qualquer dos casos, a mão sábia da cozinheira de serviço encarregar-se-á de tornar o almoço (ou o jantar) num momento de degustação especial.

 Foi ali, num ambiente repousante e tranquilo, que saboreei um dos pratos de peixe disponíveis no cardápio: ensopado de enguias. Uma delícia gastronómica! As enguias (sempre frescas) capturadas pelo proprietário, nas águas límpidas do rio, estavam divinalmente bem confecionadas. Um dos pratos que recomendo vivamente – aos apreciadores, claro.

 Entre um dedo de conversa e a contemplação da paisagem, o sol escondeu-se e a tarde avançou sobre o pequeno povoado anunciando a hora da partida.

 No final, uma visita ao “porto de embarque” para tirar mais umas fotos e apreciar o rio, ali, bem pertinho…

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NOTA: o restaurante O Pescador do Guadiana, localiza-se em Penha da Águia, na freguesia de Espírito Santo, concelho de Mértola. É aconselhável telefonar antes de ir. Telefones: 286 675 417; 967 747 320.

 

 

Na "rota dos sabores" (12)

 

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 “Vila de Frades já não tem abades mas tem adegas que são catedrais e os seus palhetes são brilharetes, são de beber e chorar por mais (…)” Parece inusitado mas vem a propósito da passagem por Vila de Frades – no sábado, para almoçar. Apesar de não ter sido aquele o mote que me levou ao País das Uvas – Adega/restaurante mas sim o desejo de voltar a degustar um dos pratos de comida regional à disposição no cardápio.

 Ali, entre talhas e mobiliário alentejano – que decoram o espaço, há simpatia no atendimento e um conselho (ou outro) para ajudar a decidir. Sempre, com a preocupação máxima de servir bem o cliente.

 Desta vez optei pelo cozido de grão: multicolorido e muito aromático, graças às folhas de hortelã fresco - acabado de colher. Sabor “leve”, apesar da abundância de carnes e variedade das mesmas. Como segundo prato: as famosas “burras”, de grande qualidade e muito bem confecionadas. Tudo, naturalmente, bem regado com um tinto da região.

 A adega/restaurante é recomendada pelo TripAdvisor e possui vários diplomas de participação em eventos de renome, além de outros certificados de reconhecimento.

 Como diz a co-proprietária: “Aqui tudo é feito com amor e carinho.” E com profissionalismo, reconhecido, desde há muito.

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Nota: recomenda-se para um almoço (ou jantar), entre amigos, com tempo, para degustar as maravilhas gastronómicas à disposição.

Na "rota dos sabores" (11)

 

 

 À primeira vista, ou melhor, à primeira leitura da placa sinalizadora do restaurante “O Brasileiro” (em Mértola), qualquer pessoa - menos atenta - pode ser induzida em erro. Efetivamente não se trata de um restaurante de comida das “terras de Vera Cruz”, mas sim de um espaço dedicado à cozinha tradicional portuguesa - no caso, cozinha regional alentejanacom destaque para as “especialidades de caça”.

 No espaço gastronómico, composto por duas salas, ressalta à vista o painel de azulejos da autoria de António Duro. Uma peça decorativa ilustrativa da “vila museu” e da fauna cinegética local; o cartão-de-visita da sala mais interior (diria). Noutra sala (mais externa), as largas vidraças transportam-nos para a paisagem envolvente… No geral, um espaço apetecível que convida a Estar e a Apreciar as delícias gastronómicas que ali se cozinham.

 

 

 Da “perdiz de escabeche” ao “estufadinho de javali de montaria”, das “migas de espargos verdes com secretos e/ou plumas de porco preto” à “açorda de perdiz”, entre outras mais, tudo no cardápio aguça o paladar…

 A variedade das iguarias - onde a qualidade dos produtos impera e as tornas únicas – dificultou a escolha: “migas de espargos verdes com secretos de porco preto” acompanhados de um bom vinho tinto. Para terminar um dos doces que compõem a igualmente variada (e apetitosa) lista de sobremesas: “sericaia com ameixas de Elvas”. No final, a certeza de uma refeição única e com uma excelente relação qualidade preço. Recomenda-se(sem dúvida).

 

 

Nota: o restaurante “O Brasileiro” é já (hoje) uma referência na gastronomia do Alentejo, sobretudo, no que às “especialidades de caça” diz respeito.

 

 

 "migas de espargos verdes com secretos de porco preto"

 "estufadinho de javali de montaria" 

 "sericaia"

 

Na "rota dos sabores" (10)

O sentido do paladar resulta, também, do olfato e fica (dizem) gravado no cérebro. A memória do paladar jamais se esquece se todos os sentidos (e mais algum) estiverem envolvidos. Foi precisamente isso que me aconteceu quando há poucos dias jantei no restaurante Gulli  Bistrot, próximo de Aljezur.

 

O espaço, recente, com uma decoração muito clean, de tendência moderna, onde não faltam focos de luz difusa, é muito acolhedor. Um espaço bem organizado e funcional que cativa.

Como cativa o cardápio à disposição que inclui, somente, delícias gastronómicas italianas. Na confeção dos pratos há um cuidado especial na escolha dos produtos utilizados. Sempre muito frescos e da produção local e regional, segundo palavras do cozinheiro (e dono) Luiggi.

 

 

 

A cozinha, de forte tendência mediterrânica, revela uma grande dose de criatividade. O Gulli não é um restaurante italiano no vulgar sentido do termo mas sim um conceito único de cozinha de autor com fortes raízes italianas.

A minha escolha recaiu num “menu de degustação” a conselho da casa, acompanhado de um espumante rosé (bem fresco). Uma fusão perfeita, diga-se.

 

 

De entrada um carpaccio de “vitela de Aljezur”. Fiquei indecisa nesta opção. Simplesmente, porque não gosto de carne crua. Não fosse a insistência do empregado a dizer que não me iria arrepender, não teria tido a oportunidade de provar algo tão saboroso. Sabor maravilhoso.

A seguir uma “tempura 30/40”. Uns camarões crocantes e estaladiços acompanhados de dois molhos excelentes.

Uns “cannelloni de porco preto” e um “Filet mignon” remataram aquele que considerei um verdadeiro “manjar dos Deuses”.

Para terminar e porque sobremesa sem “tiramisu” não sabe a Itália, eis a combinação perfeita: “tiramisu de manga” com coulis de frutos vermelhos. Excelente.

 

 

 

 

 

Descrever emoções é tarefa difícil, impossível diria. Descrever os sabores da comida do restaurante Gulli Bistrot,  na minha modesta opinião, é ainda mais difícil. As palavras tornam-se  redutoras  perante sabores únicos. Excecionalmente bom. Recomenda-se.

 

 

 

Nota: caso se deseje também servem refeições na esplanada, um espaço igualmente agradável.

E... (muito importante) o menu descrito custa 27€ e dá para duas pessoas.

Na rota dos sabores (9)

O dia amanheceu cinzento (e cinzento continua)! Será verão ou primavera? Primavera não é certamente. Faltam as cores e o brilho do sol. Falta o chilrear das andorinhas e o sorriso das pessoas que se cruzam nas ruas.

O tempo afeta-me o estado emocional. Sem dúvida. Nestes dias procuro contrariar a tendência para a melancolia. Se possível visto uma peça de cor mais garrida e/ou altero rotinas para contrariar o estado de espírito. Hoje, tal não aconteceu. Mas, em contrapartida, o espaço onde almocei transportou-me para um universo de mil cores… e sabores.

Pouco passava do meio-dia quando cheguei ao restaurante “Sabores do Campo” (em Beja). Um lugar onde os conceitos Nature e Bio se fundem numa miscelânea de sabores saudáveis.

 

 

Meticulosamente arrumados na vitrina, os tabuleiros e as travessas expostas convidam à degustação. Apetece comer de tudo. Começo nas saladas e acabo nas sobremesas. Hesito na seleção do prato principal. Há variedade.

O espaço está irrepreensivelmente limpo e arrumado. A decoração simples, mas com bom gosto, evidencia, ela mesma, vida e cor. Como as orquídeas multicores que dos parapeitos das janelas espreitam o pequeno jardim ali ao lado...

 

 

 

 

 

  

No “Sabores do Campo” há especial cuidado com os produtos (e ingredientes) usados na confeção dos pratos. Vegetais, legumes e frutas muito frescas e de agricultura biológica, preferencialmente.

Na cozinha, a criatividade e o tempero da D. Elisabete estão na base das delícias apresentadas. Tudo apetitoso. Não é muito comum. Normalmente, nos restaurantes que se dizem “vegetarianos” nem sempre a comida tem sabor tão agradável. Talvez por isso a maioria das pessoas ainda não se tenha rendido a este género de comida.

 Vale a pena experimentar! Eu experimentei  e… volto SEMPRE que posso.