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Escrita ao Luar

Um blog de “escrita” sensitiva e intimista sobre (quase) tudo... e com destaque para: viagens, ambientes inspiradores e gastronomia.

Escrita ao Luar

Um blog de “escrita” sensitiva e intimista sobre (quase) tudo... e com destaque para: viagens, ambientes inspiradores e gastronomia.

(N)as Melrinitas

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Lá fora, ao frio matinal, o Espanhol – o gato da casa - espreita na umbreira da porta, da sala de refeições. Tem um ar verdadeiramente felino: pelagem farta, de um tom acinzentado, orelha afitada. Não retribui afetos, mas também não hostiliza quem está. Sabe bem sentir este acolhimento, quase familiar! É este ambiente, intimista, que caracteriza as Melrinitas – uma casa de turismo rural, junto a Serpa, recentemente inaugurada. Um espaço onde o canto dos pássaros e o som da água da nascente embalam o corpo e relaxam a mente.

Para além da envolvente natural, o monte disponibiliza quartos (single e twin), apartamentos com kitchnet, uma piscina exterior e outras infraestruturas de apoio que embelezam o espaço e conferem conforto e bem-estar ao utilizador.

Para ganhar energia para o dia, um pequeno-almoço rico e variado bem ao gosto alentejano: queijo fresco da região, compotas caseiras - como a “marmelada da avó”, acompanhados de um sumo de laranjas da horta. Sabores tradicionais e familiares que o Sr. Ivo (o proprietário) faz questão de disponibilizar aos hóspedes da casa.

Face à breve “visita”, ficou a promessa de voltar para disfrutar (mais) de tudo: da natureza envolvente, do conforto do espaço, da simpatia no acolhimento… Um refúgio ideal para quem quer descansar, namorar, fazer caminhadas e provar a excelente gastronomia de Serpa.

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Mais informações em: http://www.booking.com/hotel/pt/melrinitas-turismo-rural.pt-pt.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Amado - praia, surf e espírito natura

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 A estrada de terra batida indica o rumo certo: praia do Amado.

 Do alto da arriba vislumbro o oceano. Um mar de surfistas enfrenta as ondas. Jovens de prancha debaixo do braço, sobem e descem a arriba; há pranchas e fatos de surf estendidos nas rochas, junto ao mar – um cenário de vaivém constante que inspira e nos faz sentir jovens.

 No areal molhado as pegadas levam-me até à outra ponta da praia. Na escarpa rochosa, esculpida pelo mar e pelo tempo, sento-me durante alguns instantes. Dali aprecio as arribas do lado norte e o vale a oriente, entre montes de vegetação rasteira – uma natureza selvagem que emana sonhos e rebeldia.

 Gosto daquele espírito selvagem que se entranha e vicia, como o pó da estrada que conduz ao Amado. Uma descontração que paira no ar, dissipando mágoas e/ou tristezas. Só o Yin e o Yang em perfeita sintonia, e as melodias que entoam dos montes - ao cair da tarde -, que nos embalam e confortam a alma, trazendo paz e tranquilidade.

 A tarde espreita e o apetite é outro: provar a “cataplana de polvo com batata-doce” do restaurante Sítio do Forno, ali bem perto.

 

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Na Costa Vicentina (de novo)

Voltei! Mais uma vez. Um ano depois.

Aqui, onde o mar é mais azul e a maresia mais intensa e mais fresca.

A água (fria, como eu gosto) revigora-me o corpo e desperta-me os sentidos.

Desafiando as ondas, grupos de surfistas prosseguem, afoitos, mar adentro.

As toalhas dispersas no areal - ao gosto de quem está - evidenciam o ambiente (ainda) pouco humanizado: mais autêntico e mais natural.

Aqui não há toldos, nem palhotas, não há bares de mil cores. Não há feiras de vaidade nem desfiles de "modelos". Há descontração. Há espírito natura. Há Ser e Estar em tranquilidade, longe da agitação social. Aqui - onde o pôr-do-sol é mágico -, gosto de voltar. Sempre.

 

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"Casa do Funil" - a nova casa de campo em Mértola

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Desce. Sobe. Sobe e desce. É este o ritmo das andanças na vila velha. Um labirinto de ruelas que me conduzem à rua da “Torre do Relógio”, passando pelo “funil” – uma passagem estreita por onde vislumbro o rio.

 Hoje a ida tem um motivo: inauguração da casa de campo “Casa do Funil”. A nova unidade hoteleira do burgo (que os amigos Paula e Rui tão bem souberam arquitetar e decorar).

 Antes de conhecer o novo espaço, houve lugar a uma animação de rua: uma curta peça teatral para animar os convidados. Um momento de verdadeira descontração, ou não fosse o local uma rua emblemática, deste cantinho à beira rio plantado…

 Seguiu-se um pequeno beberete - na zona de receção e loja gourmet -, onde deliciosas iguarias se fizeram acompanhar dos excelentes vinhos da região – rosé e branco bem fresquinhos.

 No final o reconhecimento do espaço e a certeza de estarmos numa casa tranquila, onde o espírito Zen se faz sentir. Recomenda-se a estadia.

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No trilho da mina (de S. Domingos)

 O caminho cor de ferrugem denuncia a proximidade ao “chapéu de ferro”. No ar, o cheiro acre dos óxidos não deixa margem para dúvida: estamos na antiga corta da mina de S. Domingos. Um local emblemático, onde a alma mineira se encontra preservada.

 Folheio o livro das memórias, enquanto caminho sobre as escórias, espalhadas pelo chão, junto aos velhos armazéns da fundição: em todas as páginas, já gastas pelo tempo, destaca-se a vida dos mineiros e de todos aqueles que fizeram da Mina de S. Domingos, o centro de vida social mais ativo do concelho de Mértola - na primeira metade do século XX. Em cada ruína, o som do martelo e o suor dos mineiros permanecem imutáveis, como se o tempo tivesse parado ali.

 Nos anos sessenta, terminada a exploração mineira, teve início um período de abandono e degradação ambiental, que se manteria até (quase) aos nossos dias. Felizmente, e graças ao programa de recuperação ambiental da mina,  S. Domingos é hoje uma referência no turismo nacional: a praia fluvial; a zona circundante da “corta” - um sítio de interesse geológico; a estalagem S. Domingos - uma unidade hoteleira de alta qualidade, entre outros pontos de interesse histórico, arqueológico e cultural, fazem destas paragens o local ideal para descansar, longe do bulício das cidades.

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Numa casa de campo (entre o mar e a serra)

 Pouco passava da uma da tarde, quando entrei no portão principal da Espargosa - Monte de Baixo -, uma casa de campo, ainda não inscrita no Booking, junto a Castro Marim. Depois do habitual check in, com direito a escolher o quarto (dado o ainda reduzido número de hóspedes), uma volta de reconhecimento geral, sempre na companhia da “Borboleta”, a mascote da casa – uma rafeira simpática e atrevida.

 No espaço envolvente, um conjunto de esculturas surrealistas – da autoria do proprietário -, transmitem um certo misticismo ao local. Tento interpretar (e perceber) a carga simbólica de algumas peças, mas desisto. Os detalhes do quarto e dos espaços sociais da casa são agora objeto da minha atenção. Nada de luxos; funcionalidade e conforto são o lema dominante - apesar do ar “arrojado” de algumas peças decorativas.

 A unidade de turismo em causa está situada em plena reserva do Sapal de Castro Marim - a poucos quilómetros de distância do litoral do sotavento algarvio. Esta valência permite, facilmente, associar os prazeres do campo e da praia. Um espaço ideal para descansar, tendo em atenção a tranquilidade que ali se vive e as características naturais circundantes.

 Depois da tarde passada na praia mais próxima - praia do Cabeço -, um passeio pelos canais junto às salinas, ao entardecer, para ver chegar os flamingos. Um cenário fantástico para quem gosta de Birdwatching. Além disso, no final do dia, toda a comunidade biótica se agita e ganha ritmo: uma verdadeira melodia que nos embala.

 Enquanto percorro um dos trilhos sugeridos, vou observando e registando momentos únicos. Cheira a maresia e a sal. No horizonte, escondem-se os últimos raios de sol e a noite aproxima-se. Nos canais, de vez em quando, um ruído na vegetação anuncia a presença de Vida no sapal…

 Em seguida, o jantar na sempre mágica Cacela Velha - no restaurante Casa Velha -, para degustar umas ostras deliciosas, entre outros acepipes, que a equipa do Sr. Joaquim tão bem sabe servir.

 No regresso a “casa”, uma paragem na eira, junto à entrada, permitiu observar as estrelas e viajar por galáxias longínquas… Uma forma descontraída e simples, de terminar a noite, ao som dos ruídos do sapal.

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(Manhã) na "baixa" de Coimbra...

 

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“Arrufadas de Coimbra!”; “Broas de milho!”; “Olha as flores!”; “Há carvão!”.

 Foi assim, ao som dos pregões de antigamente, que, na manhã do dia 2 de maio, dei início a um passeio na zona da “baixa” da cidade do Mondego. Repentinamente, as ruas encheram-se de gente para ver passar o desfile etnográfico da Festa das Flores. Nas bancas, dispersas pela avenida, vendiam-se produtos tradicionais: hortaliças, frutas, ervas aromáticas, pão e bolos conventuais. Nada faltou, para recriar o ambiente e a dinâmica do passado.

 Procurei no café Nicola, o refúgio para escapar daquele bulício. Sentada na esplanada, fiz várias tentativas para ler o jornal. Missão impossível! O barulho da música e dos pregões não me deixou sossegar. Desisti e decidi acompanhar o desfile, vivenciando, em pleno, a festa de rua.

 Calma e descontraidamente, fui andando ao ritmo dos tambores (e chocalhos) do “Pifaradas” (?) - o grupo musical original, que animou o desfile.

 No decurso da caminhada, comprei umas broas de abóbora e nozes, deliciosas, que aguçaram, de imediato, o apetite. Uns passos mais à frente, junto ao “largo da portagem”, a livraria Bertrand acolheu-me. Ali me detive, durante cerca de uma hora, folheando as últimas novidades literárias. No final, mais uma “loucura” cometida: dois livros e um diário de leitura, adquiridos. Refiro loucura porque posso requisitá-los numa qualquer biblioteca (das quais sou leitora associada), poupando, assim, algumas dezenas de euros. Poder, podia! Mas “não era a mesma coisa”. Estes, agora, são meus; posso manuseá-los à vontade: sublinhar aqui e acolá, e usufruir, em pleno, do prazer que os livros que me dão.

 Saí da livraria (quase à hora do fecho) satisfeita com a compra e o tempo disponível para o efeito. Fazia tempo que não me sentia dona do Tempo! Dali até ao lado de lá do rio, a caminhada fez-se calmamente. Minutos depois, estou em pleno “mercado das velharias” - um evento mensal, que atrai centenas de pessoas.

 Capto algumas imagens e prossigo “viagem"... 

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Em plena serra... (com o mar no horizonte)

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 Quando o cansaço se instala e me sinto “a precisar de férias” procuro, se possível, refúgios tranquilos. Seja defronte do mar, seja no meio do campo, qualquer sítio que proporcione silêncio e relaxamento é o ideal.

 Foi num desses fins-de-semana, em que o corpo (e a mente) clamava por descanso, que rumei ao sul. Bem perto do Alto da Foia, numa colina da Serra de Monchique, em pleno montado de sobro, disfrutei do VilaFoia, um alojamento local, de cujo quarto pude apreciar a beleza circundante, com o mar no horizonte. O conforto e a tranquilidade do local têm nota máxima. Um espaço magnífico para recolhimento, no seio da natureza (quase) selvagem.

 A proximidade à vila de Monchique permite chegar, rapidamente, a qualquer restaurante para almoçar ou jantar, sem se perder de vista o objetivo primeiro: descansar, relaxar, contemplar ou, simplesmente, nada fazer e/ou pensar.

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 Nota: recomendo jantar (ou almoçar) no restaurante "A Charrete" (em pleno centro histórico da vila de Monchique).

Pelas ruelas de Monchique...

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 Um dia de sol preguiçoso. De vez em quando uma pequena nuvem dissipa a luz, que inunda de brilho a serra, mas nada apaga a tranquilidade que sinto, durante a travessia dos cumes e vales.

 Depois de uma paragem (junto a Alferce), para almoçar, prossigo viagem. Pouco tempo depois, lá em baixo, no silêncio do vale, a pequena vila de Monchique acolhe-me na tarde calma. Gosto da paz nas ruas e do verde das hortas junto ao casario. Dois mundos distintos em comunhão: o urbano e o rural.

 Calcorreio as ruelas estreitas do centro histórico e recrio mentalmente a história local… nada se compara ao passado, vivo e agitado, pleno de Vida. Hoje, em cada fachada, em cada janela fechada, as ausências forçadas (ou não) impõem-se. Há uma surdez social que me afeta. É bom e é mau, o que sinto: por um lado o sossego, por outro a nostalgia provocada pela desertificação humana evidente; um lastro de solidão da cultura diluída no tempo…

 

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Recomponho-me (das emoções) e sigo em direção às hortas circundantes.

 Recurvado sobre a terra, um idoso vai lançando pequenas sementes nos sulcos escavados pela enxada,  vagarosamente, com todo o tempo que o tempo lhe dá. Um quadro (sempre) atual do Amor à Terra (e aos seus frutos), que tanto aprecio. Debruçada, sobre o velho muro de pedra que ladeia a horta, ali permaneço durante algum tempo… a imagem, bucólica, transporta-me para outros quadros retidos na memória.

 Um pouco mais abaixo, na praça central da vila, a estatuária de rua retém-me por breves instantes. Depois de apreciar a interessante homenagem a um médico reconhecido, caminho mais um pouco até à paragem seguinte: uma loja de produtos tradicionais. Ali me detenho provando mel e a famosa melosa – bebida à base de aguardente de medronho, mel e canela. Gulosa, diria antes! Saio com mais uns frascos de mel (que muito aprecio) e uma garrafa de licor de limão (delicioso).

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 A luz ténue do anoitecer recorda-me que são horas de recolher ao hotel, antes de voltar a sair para o jantar (atempadamente reservado) no restaurante A Charrete.

 

Nota: o restaurante “A Charrete”, em pleno centro histórico da vila de Monchique, tem à disposição dos clientes um cardápio rico e variado e uma sala de refeições acolhedora e decorada a preceito, com objetos antigos, como se de uma velha mercearia se tratasse. O atendimento simpático e atencioso e os pratos (tradicionais e não só) à disposição, tornam-no uma referência na vila. Recomendável para quem visite a zona.

No Hotel Rural (do Lousal)

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 Para além de outras construções da época, o Hotel Rural Santa Bárbara dos Mineiros merece destaque no centro da antiga aldeia mineira do Lousal. O hotel - que dispõe de dez quartos e uma suite - resultou da remodelação da antiga residência do administrador da mina, Frédéric Vérge. Apesar das alterações efetuadas, a traça antiga do edifício mantém-se. A decoração, bem conseguida, exibe alguns objetos ilustrativos da época e da história da mina.

 Nos quartos, climatizados (todos com TV e Wi-Fi), o conforto apela ao dolce far niente. Nas casas-de-banho, a prevalência do mármore confere-lhes o requinte pretendido. No Hall de entrada, a grande escadaria de madeira maciça, lembra aos tempos áureos do antigo “palácio”.

 É caso para dizer: todos os espaços dignificam a história do lugar.

 À noite, na varanda do quarto, as noites estreladas convidam à descoberta de outros mundos… como o mundo da fantasia que a descontração proporciona. E pela manhã, o pequeno-almoço rico e variado não deixa margem para dúvidas: o preço justifica a estadia.

 

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NOTA: a uma hora de Lisboa, com ótimos acessos para quem vai do sul (ou do norte), o Lousal proporciona várias opções para ocupação do tempo livre: passeios (a pé e/ou de bicicleta), visita à barragem (e campos envolventes), visita ao museu mineiro e ao Centro de Ciência Viva, etc.