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Escrita ao Luar

Um blog de “escrita” sensitiva e intimista sobre (quase) tudo... e com destaque para: viagens, ambientes inspiradores e gastronomia.

Escrita ao Luar

Um blog de “escrita” sensitiva e intimista sobre (quase) tudo... e com destaque para: viagens, ambientes inspiradores e gastronomia.

(Uma noite) no Château Puygrenier

Depois de um dia maravilhoso na cidade de Saint-Émilion (no sudoeste de França) o meu desejo tinha um nome: descanso. A viagem, o calor e as emoções vividas (boas) causaram um cansaço geral de tal ordem que me senti exausta. Habitualmente, o calor húmido deixa-me num estado de grande fadiga física. E aquele dia não foi exceção. Precisava de relaxar num ambiente tranquilo e aconchegante.

Encontrei a tranquilidade e o silêncio desejados no Château Puygrenier, próximo da localidade de Villefranche-de-Lonchat, uma casa de hóspedes (o típico alojamento local) com um acolhimento fantástico e uma envolvente natural magnífica.

 

 

O local é ideal para descansar (e meditar). A simpatia dos anfitriões (um luxemburguês e uma argentina) cativa e cria uma ambiente familiar desde o início.

Aproveitei o final da tarde (ainda solarengo) e desfrutei do frondoso jardim na companhia de um boxer brincalhão (um dos animais de estimação) que convive com os hóspedes. Enquanto isso, beberiquei um champagne, bem gelado, acompanhado de uns aperitivos caseiros. Uma delicadeza dos anfitriões que tudo fazem para agradar aos hóspedes.

 

 

Fiquei com pena de não ter partilhado a “table d´hôtes” (mesa de hóspedes) ao jantar, um hábito da casa, um conceito generalizado na região. Uma oportunidade de convívio, uma partilha de experiências e modos de estar e de ser, entre pessoas de nacionalidades distintas.

Depois do jantar em Villefranche –de-Lonchat, o silêncio da noite e o conforto do alojamento proporcionaram uma magnífica noite de sono (relaxante e reparador).
NOTA: os franceses, por hábito, chamam "château" a uma casa antiga, recuperada, para alojamento turístico. Alguns desses alojamentos são castelos no verdadeiro sentido do termo. Não é o caso.