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Escrita ao Luar

Um blog de “escrita” sensitiva e intimista sobre (quase) tudo... e com destaque para: viagens, ambientes inspiradores e gastronomia.

Escrita ao Luar

Um blog de “escrita” sensitiva e intimista sobre (quase) tudo... e com destaque para: viagens, ambientes inspiradores e gastronomia.

Sinfonia da tarde

 

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Lá fora, os pássaros chilreiam. É a sinfonia da tarde, que alegra os dias. Às vezes o canto de um galo acorda-me o pensamento. Olho o horizonte e sonho mais um pouco. Entre a magia do sonho e a rotina dos dias, é na paisagem campestre que descanso o olhar. Acariciada pela brisa suave e embalada pelo canto das aves,  recordo abraços suspensos e afetos adiados. Volto à primavera dos dias... Volto ao momento... E acordo. 

 

 

Acredita(r) em ti

Abro as portadas e deixo a luz entrar. Ao fundo o verde dos montes corta o cinzento do dia. No ar a leve brisa das manhãs de inverno traz ao momento melancolia. No semblante oculto de quem passa, sinto a tristeza da ausência. Uma ausência no viver, que se entranha na alma e alimenta o vazio dos afetos.

Abraço o momento com confiança, porque a solidão, o medo e a tristeza atingem toda a gente. Se aceitar o meu caminho com todos os altos e baixos, tudo será mais fácil porque “a aventura da vida está na viagem, nunca na chegada”.

Há sempre um amanhã melhor quando a mente quer e o corpo não cede ao desalento. É fácil? Não. Nem tem que ser. Exige coragem e a “coragem exige prática”. Por vezes basta abraçar novos desafios acreditando nos nossos talentos. Nunca é demasiado tarde para acreditar no que verdadeiramente sabemos fazer. Dá trabalho? Sim. Mas todo o trabalho tem vantagens e desvantagens. E mais: acreditar em nós é o primeiro passo para o sucesso. Escutar a nossa própria sabedoria é o primeiro passo para o auto-conhecimento e daí o trampolim para ultrapassar obstáculos e vencer desafios. E como alguém disse: “Quando visitares o vale das sombras, não vás de mãos vazias.”, agarra as boas recordações e faz delas a tua reserva para períodos difíceis da vida. Como este que vivemos, hoje.

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