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Escrita ao Luar

Um blog de “escrita” sensitiva e intimista sobre (quase) tudo... e com destaque para: viagens, ambientes inspiradores e gastronomia.

Escrita ao Luar

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Mar, sol... e "espírito natura"

Finalmente um dia (livre) com sol. Embora estejamos longe da abertura oficial da época balnear, dei hoje o pontapé de saída para mais um périplo pelas nossas praias. É isso mesmo, “pelas”. Sou daquelas pessoas que gosta de veranear por vários locais. Diversificar permite conhecer novos recantos. Descobrir encantos escondidos (como já aconteceu).

Hoje, a opção recaiu na Praia do Cabeço. Também conhecida (por muitos) por Praia da Retur. É aqui que volto (no início de cada verão) desde há dezoito anos. Nessa altura ainda o atual “Sem Espinhas” não existia. Quem desejasse almoçar ou bebericar algo fresco teria de fazê-lo no único apoio de praia existente. Uma “barraquinha de madeira” de uma simpática Senhora (cujo nome já esqueci) e que servia umas deliciosas empadas de galinha que faziam as delícias de muitos clientes. Nesse tempo os habitués eram, sobretudo, aqueles que tinham casa no aldeamento Retur. Os restantes (esporádicos) eram uma minoria. Ultimamente, aumentou o número de frequentadores da praia, muitos espanhóis, que se tornaram fiéis não só da praia mas, também, da marca “Sem Espinhas” que ali tem dois restaurantes. Hoje é comum ouvir falar castelhano por ali.

 

Praia do Cabeço (e os meus apetrechos de praia...) 

 

Ultimamente, frequento mais o “Sem Espinhas - Natura Beach”. Um espaço onde se passam bons momentos à conversa, no lounge junto à esplanada, a beber uma caipirinha no final da tarde ou a comer uma “salada especial” ao almoço acompanhada de um sumo natural de “abacaxi e hortelã” ou “manga e laranja” (os meus preferidos). Também servem sushi (para os apreciadores).

Gosto da Retur porque o areal é extenso e tenho espaço para estender a toalha. Se preferir posso passear até à Praia Verde e no caminho dar um mergulho “em privado”. Posso isolar-me e disfrutar do mar só para mim. Deitar-me nas dunas e deliciar-me com o cheiro das flores silvestres e do pinhal. O aroma típico das dunas é um autêntico Pot-pourri.

 

 É esta dualidade do mar e do campo que me fascina neste local.

  

"Sem Espinhas Natura"
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