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Escrita ao Luar

Um blog de “escrita” sensitiva e intimista sobre (quase) tudo... e com destaque para: viagens, ambientes inspiradores e gastronomia.

Escrita ao Luar

Um blog de “escrita” sensitiva e intimista sobre (quase) tudo... e com destaque para: viagens, ambientes inspiradores e gastronomia.

Um ano depois (o balanço)

 Desafiar o silêncio (do momento), soltar as palavras. Foi isso que aconteceu no dia 3 de março de 2014, na esplanada do Centro Náutico de Monsaraz - um local aprazível, à beira do grande lago de Alqueva.

 Imbuída na beleza da paisagem deixei-me levar pelo encantamento… e a vontade de escrevinhar surgiu, como sempre, naturalmente.

 Sem dar conta, a magia da contemplação transportou-me para outros mundos. Sonhei, criei cenários, teci enredos… e a ideia da criação deste blogue surgiu.

 Um caminho curto (de um ano, apenas), pleno de descobertas e aprendizagem constantes, mas, ainda assim, um percurso que se tem revelado interessante e estimulante.

 Continuar é a palavra de ordem. Com mais ou menos conteúdo, mais ou menos regularidade na atualização, com mais ou menos seguidores e/ou subscritores, com mais ou menos destaques, o que importa é partilhar vivências, emoções e sentimentos. Despir as palavras de preconceitos e/ou pré-conceitos. Deambular no mundo maravilhoso da “escrita” com paixão e autenticidade. Sempre na perspetiva de me surpreender a mim mesma e, se possível, ser útil aos outros.

 

 

Nota: uma palavra de agradecimento à equipa SAPO Blogs pelos posts reconhecidos nos Destaques

Blogs em "destaque"

Gosto de escrever! Ou melhor: gosto de escrevinhar! Sempre gostei. Há (quase) um ano decidi dar a conhecer este gosto pessoal. A escrita descontrai-me… e fascina-me. Gostava de saber brincar com as palavras como uma escritora (famosa ou não). O que pensam (ou julgam) dos meus desabafos (mais ou menos íntimos) não me afeta nada. Importa apenas ser Eu.

Se a crítica pejorativa não interfere com este desejo intrínseco de deambular pelas palavras, já o reconhecimento daquilo que tento divulgar e/ou dar a conhecer, confesso que me agrada e me faz bem ao ego. Não fará a todos? Pergunto-me.

Não sei se serei a pessoa indicada para esta crítica, mas sinto-me livre ao fazê-la. E como se diz: “liberdade de expressão” é um direito que me assiste.

Aqui vai: quando o tempo me dá mais tempo para vasculhar na Blogosfera confesso que há momentos em que me apetece desistir. Não do que escrevo, mas da exposição pública do mesmo. Porquê, perguntarão alguns de vós. Porque me magoa a alma ver destacados “posts” sem conteúdo relevante, que nada acrescentam aos leitores, em detrimento de outros cuja mensagem seria mais útil. Talvez. Digo eu. Outro aspeto que me intriga é constatar que há blogs que recorrentemente estão nos “destaques”. Alguém me explica porquê?

Confesso que gostaria de perceber mais deste mundo virtual e de como tornar um blog mais interessante e atrativo: com mais visualizações, mais críticas (boas ou não) e sugestões de temas e/ou assuntos. Em suma: ter mais feed-back dos leitores. Só assim se percebe se vale a pena ou não continuar.

P.S. Pessoalmente, não deveria queixar-me pois já vi reconhecidos alguns dos meus “escritos” - o que agradeço muito.

 

(No mundo dos) Blogs…

Atualmente a palavra blog anda na boca de muita gente. Mesmo daqueles que, embora avessos às novas tecnologias e afins, precisam de alimentar o ego, a curiosidade e, até, alguma necessidade específica. Quando o termo Blogosfera surgiu - pela primeira vez -, a estranheza e o mistério subjacentes instalaram-se. Todos desejavam perceber o verdadeiro significado daquele neologismo e alguns aventuraram-se criando espaços virtuais de partilha: os blogs.

Com o tempo, a evolução dessa comunidade virtual conduziu à banalização do conceito. Hoje, já todos ouviram falar de blogs. Há-os para todos os gostos e necessidades. Mais ou menos privados, para venda de produtos e serviços, ou simplesmente para partilhar emoções e sentimentos. Há quem aproveite essa espécie de “diários online” para opinar sobre os mais variados assuntos e, assim, proceder à catarse dos seus problemas pessoais (e não só). Os blogs são: autênticos pontos de encontro de mentes ávidas de ser lidas; uma porta aberta ao diálogo e aos comentários alheios; uma forma de estar conectado ao Mundo - cada vez mais virtual e “solitário”.

Apesar do conhecimento acerca do assunto, ainda há quem se refira aos blogs como locais de “conversas da treta” e aos bloggers como “pessoas sem nada para fazer”. Preconceitos. Sem dúvida.

Considero estes espaços virtuais, verdadeiros instrumentos de partilha de conhecimento. Um conhecimento empírico - na maior parte das vezes - é certo, mas ainda assim útil o suficiente para ser considerado.

A diversidade de informação disponível nestes espaços virtuais é verdadeiramente impressionante. Às vezes alucinante mesmo. Cabe a cada um de nós selecionar essa informação, de acordo com os nossos interesses. É isso que procuro: seguindo “uns” e não “outros”.

 

 

Nota: no meu caso, escrevinhar dá-me imenso prazer. Aliás, sempre deu. Deambular pelas palavras é fascinante. É (sobretudo) durante as férias (e à noite) que esse ritual acontece com mais frequência, dando origem à “escrita” sensitiva e intimista que partilho aqui.