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Escrita ao Luar

Um blog de “escrita” sensitiva e intimista sobre (quase) tudo... e com destaque para: viagens, ambientes inspiradores e gastronomia.

Escrita ao Luar

Um blog de “escrita” sensitiva e intimista sobre (quase) tudo... e com destaque para: viagens, ambientes inspiradores e gastronomia.

Tempo de leituras…

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 Mais um sábado a chegar ao fim e com ele o desejo de pôr algumas leituras em dia. Durante a semana não consigo ler para além de 4/5 páginas por noite; o sono acaba vencendo sempre.

 À espera tenho uma pilha de novas aquisições literárias (e outras tantas na wishlist). Quando entro numa livraria (ou numa biblioteca qualquer) o sentimento é sempre o mesmo: desejar ter tempo suficiente para ler, ler muito. Chego até a pensar: que bom seria se pudesse tirar um mês de férias para ler - e escrevinhar, claro.

Por agora, a aguardar a leitura:

- No Café da Juventude Perdida (de Patrick Modiano, Prémio Nobel da Literatura 2014); um autor que – reconheço – desconhecia até agora;

- As velas ardem até ao fim (de Sándor Márai); segundo as críticas, uma excelente abordagem sobre a Amizade. Como diz Inês Pedrosa: «Um portentoso tratado sobre a Amizade em forma de romance, uma obra-prima.»

A identidade (de Milan Kundera); um dos meus escritores favoritos. Aquele que um dia me fez sonhar com Praga (a sua famosa ponte Carlos e a cidade velha);

- Não se encontra o que se procura (de Miguel sousa Tavares); um dos meus escritores portugueses favoritos. Gosto do estilo de escrita e da frontalidade de abordagem das suas convicções;

- Prometo falhar (de Pedro Chagas Freitas); um escritor revelação (dizem); a pessoa com quem estou a fazer um curso de escrita criativa e que surpreende pela forma “inovadora” de brincar com as palavras.

Enquanto o tempo não me dá mais tempo, vou lendo, todos os dias, um pouco mais.

 

 

Porque (hoje) é sábado...

 Gosto do sábado e dos rituais a ele associados: bebericar um café da manhã (tardio) e ler o jornal sem pressas nem atropelos. Em suma: disfrutar do prazer de ler - em ambiente relaxante e sem condicionalismos.

 O sábado lembra-me: tempo com tempo; tempo de descontração e lazer. Em casa ou fora dela, os planos envolvem (quase sempre) momentos de leitura - atenta e hermenêutica.

 Não é por acaso que as lojas Fnac me atraem (particularmente); gosto do ambiente - em geral, e do silêncio dos livros - em particular. Disfrutar do prazer de mexer e remexer naquele mundo literário à disposição; fascina-me estar ali: a folhear livros e a fantasiar desfechos de histórias reais ou ficcionadas. No final - da tarde ou da manhã -, o objeto do desejo acompanha-me… e eu, satisfeita, saio com mais um livro no saco preto das letras bancas.